Viver

2012 um novo cenário para o fim do mundo

quinta, 19 de agosto de 2010, às 11h 27min
Para quem assistiu – e se impressionou – com o filme 2012, do diretor Roland Emmerich, o livro 2012, a História é um mergulho certeiro naquilo que o roteiro cinematográfico apenas tangenciou. E, para quem deixou de impregnar-se dos aspectos pouco científicos do filme-catástrofe, a obra de John Major Jenkins que a Larousse lança no Brasil é uma oportunidade única de tomar conhecimento da sabedoria e antevisão dos antigos maias – civilização que ocupou a América Central entre o séculos XX a.c. e X da nossa era.

Jenkis é um pesquisador independente da cultura maia e há três décadas tem-se dedicado a investigar, interpretar e reconstruir a cosmologia e filosofia desse povo. Ele já escreveu nove livros sobre o tema e em 2012, a História preocupa-se academicamente em destronar mitos e teorias pseudocientíficas que se apropriaram do legado maia para, “baseadas no medo e no marketing alarmista, criar questionáveis cenários de fim do mundo”.

“Há evidências zero de que os maias tenham previsto o fim do mundo em 2012”, diz Jenkins. O cientista assegura, ainda, que o calendário maia não acaba em 2012 e o que há são interpretações errôneas sobre os ciclos de tempo estimados por eles. Em 2012, a História Jenkins mostra que esta civilização pré-colombiana conseguiu prever com exatidão o alinhamento do sol no solstício com a Via Láctea em dezembro de 2012 e que este raro fenômeno cósmico não é a data do fim do mundo, mas, ao contrário, uma possibilidade de renovação.

“O mundo precisa passar por uma reviravolta, revertendo os valores de uma ética dominadora egoísta para estratégias de colaboração que eram o ideal das sociedades indígenas”, prega Jenkins. E é assim, juntando ciência, filosofia e messianismo que 2012, a História chega mais próximo que qualquer outra obra de decifrar, através do calendário maia, o real significado da data de 21 de dezembro de 2012 e o que ela, de fato, pode representar.

O controle do ego sobre você

quarta, 04 de agosto de 2010, às 12h 45min
Aqui estão sete sugestões para ajudá-lo a transcender idéias arraigadas sobre a própria importância.

1 – Deixe de ficar ofendido.

O comportamento dos outros não é motivo para ficar retido. Aquilo que o ofende somente o enfraquece. Se estiver procurando ocasiões para ficar ofendido, você as encontrará a cada oportunidade. Este é o seu ego operando, convencendo-o de que o mundo não deveria ser assim. Ficar ofendido cria a mesma energia destrutiva que o ofendeu em primeiro lugar e leva ao ataque, ao contra-ataque e à guerra.

2 – Libere a sua necessidade de vencer.

O ego adora nos dividir em vencedores e perdedores. A busca da vitória é um meio infalível de evitar o contato consciente com a intenção. Por quê? Porque em última instância, a vitória é impossível o tempo todo. Alguém lá fora será mais rápido, mais afortunado, mais jovem, mais forte e mais inteligente, e novamente você se sentirá inútil e insignificante. Você não é o seu prêmio ou a sua vitória. Tudo o que você pode dizer em um determinado dia é que você realizou em um determinado nível, em comparação aos níveis de outros neste dia.

3 – Deixe ir a sua necessidade de estar certo.

O ego é a fonte de muitos conflitos e desavenças, porque ele o empurra
na direção de tornar outras pessoas erradas. Quando você é hostil, está desconectado do poder da intenção. O Espírito Criativo é bondoso, amoroso e receptivo; e livre da raiva, do ressentimento ou da amargura. Liberar a sua necessidade de estar certo em suas discussões e relacionamentos é como dizer ao ego: eu não sou um escravo para você. Eu quero aceitar a bondade e rejeitar a sua necessidade de estar certo.

4 – Deixe ir a sua necessidade de ser superior.

A verdadeira nobreza não se refere a ser melhor do que outra pessoa. Trata-se de ser melhor do que você costumava ser. Permaneça focado em seu crescimento, com uma consciência permanente de que ninguém neste planeta é melhor do que outro. Todos nós emanamos da mesma força de vida criativa. Não avalie os outros com base em sua aparência, em suas conquistas, posses e em outros índices do ego. Quando você projeta sentimentos de superioridade, isto é o que você recebe de volta, levando a ressentimentos, e principalmente, a sentimentos hostis. A pessoa que se julga especial sempre faz comparações

5 – Deixe ir a necessidade de ter mais.

O mantra do ego é mais. Ele nunca está satisfeito. Não importa quanto você consiga ou adquira, seu ego vai insistir que não há o suficiente. Ironicamente, quando você deixa de precisar mais, mais do que você deseja parece chegar a sua vida. Ao permitir que a abundância flua para e através de você, você se equipara a sua a Fonte e garante que esta energia continue a fluir.

6 – Deixe de se identificar com base em suas realizações.

Este pode ser um conceito difícil se pensar que vocês são as suas realizações. Quanto menos precisar assumir o crédito pelos seus empreendimentos e mais conectado permanecer às sete faces da intenção, mais estará livre para realizar, e mais se apresentará para você. Quando você se liga a estas conquistas e acredita que apenas você que está fazendo todas estas coisas, você deixa a paz e a gratidão de sua Fonte.

7 – Deixe ir a sua reputação.

Sua reputação não está localizada em você. Ela reside nas mentes dos outros. Portanto, você não tem nenhum controle sobre tudo isto. Se estiver muito preocupado em como será percebido por todos, então você se desliga da intenção e permite que as opiniões dos outros o oriente. Este é o seu ego operando. O seu propósito é provar aos outros como você é poderoso e superior. Deixe que a sua reputação seja debatida por outros. Ela nada tem a ver com você. Ou como o título de um livro diz: “O que você pensa de mim, não é da minha conta.”

Por Wayne W. Dyer
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